quinta-feira, 6 de junho de 2013

Práticas de Leitura e escrita

Gostaria de declarar a minha imensa satisfação em participar desse curso. Aprendi com todos os meus colegas formas diferentes de dialogar com os alunos(as) e com resultados satisfatórios. Estou lisonjeada e agradeço a todos.
As atuais práticas de leitura e escrita realizadas pelos docentes em sala de aula não 
atendem ao propósito básico a que se destinam: formar bons leitores e bons escritores no âmago 
do ambiente escolar. Contudo, reconhece-se o esforço dos profissionais de educação, 
especialmente os de língua portuguesa, em articular um plano de (re)valorização da linguagem 
que busque salientar a importância da leitura e da escrita na vida dos discentes. Mas o problema e 
as dificuldades são maiores que imaginamos e vão mais além do que o imaginável. Eles 
transcendem às melhores intenções dos educadores.
O problema já começa na formação dos profissionais de educação. Os profissionais que 
atuam em sala de aula devem ter conhecimento daquilo que vai ensinar. E, para que estes possam 
colaborar para a formação de leitores e escritores é necessário que tenham uma boa formação.
Qualquer profissional da educação deve ser formado com um olhar voltado para a 
formação de cidadãos críticos e reflexivos. Como afirma Imbernón (2005, p. 15) “formar o 
professor na mudança para a mudança”. A formação do professor de boa ou má qualidade irá 
contribuir ou não para a formação de indivíduos reflexivos.
São recentes as mudanças e inovações que buscam o aprimoramento e a eficácia do 
sistema educativo e, sendo novas, causam impacto por baterem de frente com os velhos pilares 
As atuais práticas de leitura e escrita realizadas pelos docentes em sala de aula não atendem ao propósito básico a que se destinam: formar bons leitores e bons escritores no âmago do ambiente escolar. Contudo, reconhece-se o esforço dos profissionais de educação, especialmente os de língua portuguesa, em articular um plano de (re)valorização da linguagem que busque salientar a importância da leitura e da escrita na vida dos discentes. Mas o problema e as dificuldades são maiores que imaginamos e vão mais além do que o imaginável. Eles transcendem às melhores intenções dos educadores.O problema já começa na formação dos profissionais de educação. Os profissionais que atuam em sala de aula devem ter conhecimento daquilo que vai ensinar. E, para que estes possam colaborar para a formação de leitores e escritores é necessário que tenham uma boa formação.Qualquer profissional da educação deve ser formado com um olhar voltado para a formação de cidadãos críticos e reflexivos. Como afirma Imbernón (2005, p. 15) “formar o professor na mudança para a mudança”. A formação do professor de boa ou má qualidade irá contribuir ou não para a formação de indivíduos reflexivos.São recentes as mudanças e inovações que buscam o aprimoramento e a eficácia do sistema educativo e, sendo novas, causam impacto por baterem de frente com os velhos pilares que alicerçam a nossa rede educacional. Não é de se estranhar essa resistência, afinal as novas práticas são desconhecidas e consideradas inseguras, instáveis; em contra partida, as velhas 
práticas docentes são conhecidíssimas de todos e consideradas como um meio seguro de se garantir o processo ensino-aprendizagem. Em educação, costuma-se seguir o adágio popular, “melhor um pássaro na mão do que dois voando”, que não crê que arriscar é preciso e, mais que preciso, é um dos sentidos necessários para se construir a alegria e buscar a “salvação”.
Tradicionalmente, as nossas escolas têm adotado em seu percurso a língua, no sentido dasua descrição e da sua estrutura, como objeto principal no ensino de língua portuguesa. Diversas propostas inovadoras têm surgido no ambiente escolar, visando uma reconstrução do real e das possibilidades no ensino da língua materna. Estas propostas elencam a leitura e a escrita como atores principais de uma peça revolucionária, que busca enfatizar as necessidades pessoais e sociaisdo homem frente ao seu próprio mundo: o drama de interpretá-lo nas suas vivências mais íntimas. Porém, esta é uma proposta que gera sentimentos contrários nos corações e nas mentes das pessoas ligadas direta ou indiretamente à educação. Como já mencionado anteriormente, o novo choca a todo instante por ser desconhecido, pré-julgado inseguro e, acima de tudo, trabalhoso, pois exige mudanças não só nas estruturas das peças como em todos os personagens, principais ou coadjuvantes, que participam da encenação da mesma.

Ivany

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